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| Quem sustenta o sindicato? |
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Um sindicato custa dinheiro: campanhas, imprensa, advogados, ações trabalhistas, médico do trabalho, colônia de férias, funcionários etc. etc. etc. O Sinttel só existe porque os trabalhadores, entendendo a importância de possuir esse instrumento de organização e união, o sustentam financeiramente. Suas principais fontes de receita são a mensalidade dos associados e a cota de solidariedade, normalmente arrecadada após a realização das campanhas salariais. Excepcionalmente, contribuições eventuais podem se fazer necessárias para custear despesas excepcionais, como os gastos da campanha pela Participação nos Lucros e Resultados (PLR), ou para fazer frente a dificuldades momentâneas.
Um percentual dessas contribuições é transferido para a Fittel e a CUT e para o Fundo de Caixa da próxima campanha salarial. |
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| Porque o Bodim ? |
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Muitos colegas, entre os mais novos no emprego, devem se perguntar por que os boletins do Sinttel têm esse nome incomum. Nascido em abril de 1980 com o nome “O Bode Berra”, a principal publicação do Sinttel à época tomou seu título de empréstimo a um instrumento de trabalho ainda hoje utilizado pelo pessoal que repara redes e instala telefones.
Esse aparelho de exame de linha, apelidado de Badisco pelos trabalhadores, teve depois o nome encurtado para Bode. A primeira edição de “O Bode Berra” explicava a origem do nome: “Quem trabalha em telefonia tem sempre por perto um ‘bode’”. Além do mais, diz-se que “bom cabrito é o que berra”. Assim, seja em sua forma original, seja nos “filhotes” que nasceram mais tarde (O Bodim Semanal, o Bodim Mural e o simplesmente Bodim), a imprensa do Sinttel quer estar sempre bem ao lado do trabalhador e ser o canal através do qual a categoria pode colocar a boca no mundo. |
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