Belo Horizonte 21-Nov-2017
   
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Trabalhadores da Master em GREVE PDF Imprimir E-mail

 

Dezenas de trabalhadores participaram nesta terça-feira, 9 de maio, da assembleia geral que deflagrou GREVE na Master Brasil, nos termos da lei 7.783/89. A principal reivindicação, que os motivou os trabalhadores à aprovação da greve, é o atraso de salário e benefícios. O resultado da assembleia demonstra a grande insatisfação dos trabalhares.

Neste momento, os trabalhadores devem ficar atentos aos próximos informativos do Sindicato, que está tomando as providências legais, junto ao departamento jurídico, para garantir e validar o movimento grevista, além de resguardar os direitos da categoria.

Vale ressaltar que esta é a terceira vez, em apenas dois anos, que a categoria delibera greve e os motivos são os mesmos.

O primeiro passo foi dado, mas agora, é importante que os trabalhadores se mostrem dispostos a participarem das manifestações junto ao Sindicato, pois sabemos que a empresa vai pressionar os trabalhadores grevistas. 
Portanto, mantenham-se firmes e não cedam aos mandos e desmandos da empresa, pois, para alcançarmos o êxito e melhorias é importante a participação ativa de toda a categoria!
 
DIREITO DE GREVE

A Constituição Federal, em seu artigo 9o e a Lei no 7.783/89 asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender. A greve é também a suspensão temporária do contrato de trabalho.

LEGITIMIDADE DO EXERCÍCIO DA GREVE

Considera-se legítimo o exercício de greve, com a suspensão coletiva temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação de serviços, quando o empregador ou a entidade patronal tiverem sido pré-avisadas 72 horas, nas atividades essenciais e 48 horas nas demais.
DIREITO DOS GREVISTAS

São assegurados aos grevistas: Emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem a greve; Livre divulgação do movimento.
PROIBIÇÕES

Os meios adotados por empregados e empregadores não poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais. A empresa não poderá adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, ou frustrar a divulgação do movimento.

 
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